Dólar opera em alta pelo 4º dia seguido

Na véspera, a moeda fechou em alta de 0,41%, a R$ 3,8057 na venda.

“size-medium wp-image-21809 alignright” src=”https://www.truckbrasil.com.br/wp/wp-content/uploads/2018/11/dolar-opera-em-alta-pelo-4o-dia-seguido.jpg” alt=”” width=”300″ height=”225″ srcset=”https://www.truckbrasil.com.br/wp/wp-content/uploads/2018/11/dolar-opera-em-alta-pelo-4o-dia-seguido.jpg 300w, http://www.cargonews.com.br/wp-content/uploads/2018/08/Dolar-8-768×576.jpg 768w, http://www.cargonews.com.br/wp-content/uploads/2018/08/Dolar-8-1024×768.jpg 1024w, http://www.cargonews.com.br/wp-content/uploads/2018/08/Dolar-8.jpg 1180w” sizes=”(max-width: 300px) 100vw, 300px”/>O dólar é negociado em leve alta nesta sexta-feira (23), em meio à continuidade das preocupações com a guerra comercial entre Estados Unidos e China e com a desaceleração da economia global, mas com o avanço das três últimas sessões contendo o movimento.

  

Às 13h33, a moeda norte-americana subia 0,20%, vendida a R$ 3,8132. Veja mais cotações.

  

Como pano de fundo, as últimas indicações da equipe do novo governo no Brasil foram bem recebidas, mas o mercado segue atento às negociações políticas por causa da necessidade de governabilidade para aprovar as reformas fiscais.

  

Na véspera, o dólar fechou em alta de 0,41%, a R$ 3,8057 na venda. Na máxima do dia, chegou a R$ 3,8257. O dólar turismo fechou negociado a R$ 3,97, sem considerar a cobrança de IOF (tributo).

  

O Banco Central realiza nesta sessão leilão de até 13,6 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares para rolagem do vencimento de dezembro, no total de US$ 12,217 bilhões.

  

No exterior, a moeda subia ante a cesta de moedas, com destaque para o recuo do euro em meio a temores de que o crescimento econômico possa estar desacelerando na zona do euro após dados decepcionantes do Índice de Gerentes de Compras (PMI), destaca a agência Reuters.

  

O dólar também tinha alta ante as moedas emergentes, como o peso chileno e o rand sul-africano, com as preocupações com as tensões comerciais entre Estados Unidos e China antes da reunião entre os líderes dos dois países na próxima semana.

  

Nos EUA, os mercados fecham mais cedo nesta sessão após o feriado do Dia de Ação de Graças, o que encolhe a liquidez local.