Manter um motor em bom funcionamento requer cuidados rigorosos do
motorista, principalmente com o sistema de arrefecimento. Não basta
apenas colocar água no reservatório e sair para rodar pela cidade, pois
o trem de força necessita de um aditivo especial para não corroer e nem
oxidar. Como muitas pessoas utilizam o produto de forma equivocada, a
Delphi Technologies, primeira empresa a patentear e produzir o fluido
de arrefecimento universal e portar as normas NBR 13705 e 1426, da
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), ressalta a importância
de aplicá-lo corretamente.
“A Delphi Technologies produz aditivos com a mais alta tecnologia e
qualidade. Os nossos produtos possuem em sua fórmula o
Monoetilenoglicol (MEG) e uma mistura de inibidores de corrosão para
garantir um efeito prolongado e a maior preservação de toda a
motorização. Além disso, a linha de aditivos da marca, que está de cara
nova, agora com rótulos na cor preta e com a logomarca atual da Delphi,
tem a maior durabilidade do mercado, com validade de cinco anos ou 241
mil quilômetros”, afirma Emerson Janotti, gerente de Engenharia da
empresa.
Ao realizar a manutenção por conta própria, sem consultar um mecânico,
e não escolher um produto com notoriedade, o carro pode sofrer
corrosões em algumas peças fundamentais do propulsor, gerando um
elevado custo para a substituição de componentes. “É essencial ainda
verificar se o produto está dentro dos padrões exigidos pela ABNT e
estar atento ao que diz o manual do automóvel. Em alguns casos, é
necessário utilizar um líquido de refrigeração com 60% de água e 40% de
aditivo, sendo a determinação desta porcentagem especificada pelo
fabricante do veículo”, completa Janotti.
Cuidado com produtos não certificados
Os aditivos foram desenvolvidos para refrigerar o motor, gerando uma
ação protetora anticorrosiva e antioxidante, além de dissipar o calor,
melhorando a lubrificação entre as peças e evitando desgaste,
carbonização, borras, perda de energia motriz e, até mesmo, ruídos e
vibrações. Este produto pode ainda ser acrescentado em lubrificantes
mineral, sintético ou semissintético.
Entretanto, é comum encontrar aditivos no mercado que não atendem às
normas ABNT, não contêm anticorrosivos em quantidade suficiente e nem
mesmo o Monoetilenoglicol, componente que garante que o sistema de
arrefecimento trabalhe com temperatura e pressão adequadas. “Os
produtos de baixa qualidade e não certificados provocam corrosão ao
ponto de inutilizar o motor. Além disso, existem aditivos que nem mesmo
atingem os pontos de ebulição e congelamento adequados para o sistema
de arrefecimento. É realmente essencial ficar atento ao rótulo do
produto e adquirir uma solução de boa procedência. Também reforçamos
sobre a importância de o motorista substituir ou completar o fluido com
um mecânico especializado”, afirma o gerente de Engenharia da Delphi
Technologies. “Nossos produtos são testados e têm qualidade garantida”,
finaliza o especialista.







