Rolando de Souza, novo diretor-geral da Polícia Federal, já realizou cinco trocas em superintendências da corporação nos estados desde que assumiu o cargo na última segunda-feira (4).
As mudanças foram: No Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Alagoas, Paraíba e Tocantins. Os superintendentes da PF nesses estados foram escolhidos por Rolando de Souza para ocupar cargos de diretores na atual gestão.
A troca mais repercutida foi no Rio de Janeiro, onde Rolando Alexandre de Souza indicou Tácio Muzzi para assumir a superintendência. Ele vai substituir Carlos Henrique Oliveira, que passa a ocupar o cargo de diretor-executivo da PF. O nome de Muzzi não estava na lista de indicações do presidente Jair Bolsonaro. Presidente garantiu que não interferiu nas trocas e que decisão foi tomada por Rolando.
“Se ele [Carlos Henrique Oliveira] fosse desafeto meu, se eu tivesse ingerência na PF, não iria para lá”, disse a jornalistas, na saída do Palácio do Alvorada, em Brasília.
Tácio Muzzi está na PF desde 2003 e foi superintendente interino no estado durante cinco meses no ano passado. Na PF, ele participou de várias investigações de combate à corrupção como a operação Gladiador, que prendeu o ex-chefe de Polícia Civil do Rio Álvaro Lins.
O delegado foi chefe da Delegacia de Repressão a Corrupção e Crimes Financeiros, da Superintendência da PF no Rio, e também atuou no Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (diretor adjunto) e foi diretor do Departamento Penitenciário Nacional (Depen).
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