Há 13 anos, o Centro Vida Nordeste busca o desenvolvimento do nordestino no semiárido brasileiro de forma ambientalmente correta e socialmente justa. Localizado na cidade de Prata, na Paraíba, a entidade criou o Espaço Conviver, uma estrutura construída em três hectares que será abastecida por energia solar e eólica. Já na etapa final do projeto, o Espaço passa a contar com a parceria da Baterias Moura, que doou as baterias utilizadas nos painéis solares.
O coordenador do Centro Vida, João Pedro Salvador, explica que o Espaço, em plena Caatinga, conta com escritórios, auditórios, salas de aula e biblioteca especializada no semiárido. Tudo para apoiar o agricultor em ações de capacitação, inclusão social e educação ambiental. “Implantamos várias tecnologias sociais, nas áreas de habitação, saneamento, energias. Nosso intuito é difundir essas tecnologias viáveis aos pequenos e médios agricultores da região, auxiliando-os na convivência pacífica, econômica e social com sua região”, pontua.
Segundo Salvador, faltam apenas 30% para conclusão do projeto. “Já dispomos dos painéis solares, estabilizadores, controladores de carga e turbina eólica. Estávamos precisando de baterias estacionárias e a Moura nos apoiou nessa empreitada”, destacou. As baterias estacionárias doadas, Moura Clean Nano, serão responsáveis pelo armazenamento de energia fotovoltaica – a eletricidade gerada a partir da luz do sol.
O engenheiro de Desenvolvimento da Moura, Adriano Ananias, explica que elas trabalham em regime de ciclagem, ou seja, são carregadas e descarregadas. “Durante o dia, o modelo armazena a energia captada pelos painéis solares. E, à noite, a bateria fornece a energia para os consumidores”, explica Ananias.
Além disso, o engenheiro informa que os sistemas equipados com esse modelo de bateria dispensam a instalação de condicionadores de ar. “Dessa forma, apresenta uma importante redução no consumo de energia, contribuindo para redução das emissões de CO2 na atmosfera. Além de elevar a vida útil da bateria, que é projetada para durar, a 25°C, mais de cinco anos”.





