{"id":73170,"date":"2018-12-11T20:10:46","date_gmt":"2018-12-11T22:10:46","guid":{"rendered":"https:\/\/verde-amarelo.net\/verdeamarelo\/2018\/12\/curitiba-e-cidade-modelo-de-acessibilidade-no-transporte-coletivo\/"},"modified":"2018-12-11T20:10:46","modified_gmt":"2018-12-11T22:10:46","slug":"curitiba-e-cidade-modelo-de-acessibilidade-no-transporte-coletivo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/verde-amarelo.net\/verdeamarelo\/2018\/12\/curitiba-e-cidade-modelo-de-acessibilidade-no-transporte-coletivo\/","title":{"rendered":"Curitiba \u00e9 cidade modelo de acessibilidade no transporte coletivo"},"content":{"rendered":"<div><img decoding=\"async\" src=\"data:image\/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAAAAAP\/\/\/ywAAAAAAQABAAACAUwAOw==\" fifu-lazy=\"1\" fifu-data-sizes=\"auto\" fifu-data-srcset=\"https:\/\/i1.wp.com\/www.truckbrasil.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/curitiba-e-cidade-modelo-de-acessibilidade-no-transporte-coletivo.jpg?ssl=1&w=75&resize=75&ssl=1 75w, https:\/\/i1.wp.com\/www.truckbrasil.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/curitiba-e-cidade-modelo-de-acessibilidade-no-transporte-coletivo.jpg?ssl=1&w=100&resize=100&ssl=1 100w, https:\/\/i1.wp.com\/www.truckbrasil.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/curitiba-e-cidade-modelo-de-acessibilidade-no-transporte-coletivo.jpg?ssl=1&w=150&resize=150&ssl=1 150w, https:\/\/i1.wp.com\/www.truckbrasil.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/curitiba-e-cidade-modelo-de-acessibilidade-no-transporte-coletivo.jpg?ssl=1&w=240&resize=240&ssl=1 240w, https:\/\/i1.wp.com\/www.truckbrasil.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/curitiba-e-cidade-modelo-de-acessibilidade-no-transporte-coletivo.jpg?ssl=1&w=320&resize=320&ssl=1 320w, https:\/\/i1.wp.com\/www.truckbrasil.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/curitiba-e-cidade-modelo-de-acessibilidade-no-transporte-coletivo.jpg?ssl=1&w=500&resize=500&ssl=1 500w, https:\/\/i1.wp.com\/www.truckbrasil.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/curitiba-e-cidade-modelo-de-acessibilidade-no-transporte-coletivo.jpg?ssl=1&w=640&resize=640&ssl=1 640w, https:\/\/i1.wp.com\/www.truckbrasil.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/curitiba-e-cidade-modelo-de-acessibilidade-no-transporte-coletivo.jpg?ssl=1&w=800&resize=800&ssl=1 800w, https:\/\/i1.wp.com\/www.truckbrasil.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/curitiba-e-cidade-modelo-de-acessibilidade-no-transporte-coletivo.jpg?ssl=1&w=1024&resize=1024&ssl=1 1024w, https:\/\/i1.wp.com\/www.truckbrasil.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/curitiba-e-cidade-modelo-de-acessibilidade-no-transporte-coletivo.jpg?ssl=1&w=1280&resize=1280&ssl=1 1280w, https:\/\/i1.wp.com\/www.truckbrasil.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/curitiba-e-cidade-modelo-de-acessibilidade-no-transporte-coletivo.jpg?ssl=1&w=1600&resize=1600&ssl=1 1600w\" fifu-data-src=\"https:\/\/i1.wp.com\/www.truckbrasil.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/curitiba-e-cidade-modelo-de-acessibilidade-no-transporte-coletivo.jpg?ssl=1\" class=\"ff-og-image-inserted\"\/><\/div>\n<div readability=\"33\">\n<p>No Brasil, 45 milh\u00f5es de pessoas t\u00eam algum tipo de defici\u00eancia<\/p>\n<\/div>\n<div readability=\"150\">\n<p>Um bilh\u00e3o de pessoas vivem com alguma defici\u00eancia no mundo. Segundo a Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU), uma a cada sete pessoas, representando 13% da popula\u00e7\u00e3o mundial. No Brasil, s\u00e3o mais de 45 milh\u00f5es de brasileiros que t\u00eam algum tipo de incapacidade mental ou dificuldade para ver, ouvir ou se movimentar de acordo com o Censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE).<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>O portal Mobilize Brasil, que tem conte\u00fado exclusivo sobre mobilidade urbana sustent\u00e1vel e faz parte da ONG Abaporu, apurou que cerca de dois ter\u00e7os da popula\u00e7\u00e3o deficiente s\u00e3o de idosos. Isto se torna ainda mais desafiador para os pa\u00edses que precisam melhorar a infraestrutura do transporte coletivo.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>A Perkons, empresa que desenvolve e aplica tecnologia para a seguran\u00e7a no tr\u00e2nsito, ouviu \u00f3rg\u00e3os de tr\u00e2nsito e sociedade civil para descobrir o que est\u00e1 sendo feito e o que pode ser melhorado quando se trata do assunto. Para o portal Mobilize Brasil, Curitiba, a capital paranaense, \u00e9 considerada uma cidade modelo quando se fala acessibilidade no transporte p\u00fablico.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>A Urbaniza\u00e7\u00e3o de Curitiba (URBS) \u00e9 a gestora do transporte municipal da cidade e, conforme o seu coordenador de opera\u00e7\u00e3o do transporte, Ismael Fran\u00e7a Bagatin, 95% da frota operante de \u00f4nibus t\u00eam acessibilidade total: elevadores nas linhas (alimentadoras, interbairros, troncais e convencionais), nos locais de embarques e nas esta\u00e7\u00f5es-tubo. \u201cO crit\u00e9rio para a compra de novos ve\u00edculos \u00e9 garantir acessibilidade total. Na \u00faltima compra, de 25 novos biarticulados, os \u00f4nibus passaram a vir com dois espa\u00e7os exclusivos para cadeirantes. Antes, era apenas uma abertura para cadeira de rodas. Investir em acessibilidade \u00e9 garantir cidadania, respeitar os direitos e praticar inclus\u00e3o\u201d, argumenta Bagatin.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>A cidade ainda quer alcan\u00e7ar os 100% nos pr\u00f3ximos anos. \u201cA frota tem 95% de acessibilidade. As esta\u00e7\u00f5es-tubo, 93%. O nosso objetivo \u00e9 chegar aos 100% com a renova\u00e7\u00e3o da frota de \u00f4nibus. At\u00e9 2020, pretendemos colocar 400 novos ve\u00edculos no sistema e retirar os antigos de circula\u00e7\u00e3o\u201d, explica o coordenador da URBS.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Outra cidade que tamb\u00e9m busca melhorar a acessibilidade \u00e9 Macei\u00f3. A capital alagoana tem, no edital de licita\u00e7\u00e3o do transporte p\u00fablico, diversas regras que precisam ser cumpridas na hora da compra de novos ve\u00edculos. \u201cO edital exige duas vagas para cadeirantes nos \u00f4nibus, terminais reformados e entregues \u00e0s empresas para manuten\u00e7\u00e3o, total acessibilidade para os usu\u00e1rios, emiss\u00e3o de cart\u00f5es gratuitos \u00e0s pessoas com defici\u00eancia e implanta\u00e7\u00e3o da integra\u00e7\u00e3o temporal entre os quatro lotes do sistema integrado de mobilidade de Macei\u00f3\u201d, esclarece a assessoria de imprensa da Superintend\u00eancia Municipal de Transporte e Tr\u00e2nsito de Macei\u00f3 (SMTT).<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Dentro de dois anos, Macei\u00f3 pretende ter elevadores em 100% da frota. \u201cA acessibilidade \u00e9 um direito de todo cidad\u00e3o. Quando trabalhamos com esta parcela da sociedade, garantimos mobilidade a todos, sem distin\u00e7\u00e3o de condi\u00e7\u00e3o, g\u00eanero, ra\u00e7a ou credo. \u00c9 importante garantir este direito e, por isso, a SMTT investe em acessibilidade para que nenhum setor da popula\u00e7\u00e3o seja prejudicado ou desprivilegiado\u201d, afirma a assessoria.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Normas nacionais<\/p>\n<p>As normas de acessibilidade n\u00e3o deveriam ser seguidas apenas em algumas cidades do pa\u00eds. O Governo Federal tamb\u00e9m trabalha para que a acessibilidade se fa\u00e7a presente em mais munic\u00edpios. O Minist\u00e9rio das Cidades, por meio da Secretaria Nacional de Transporte e Mobilidade Urbana, executa o Programa Brasileiro de Acessibilidade Urbana, voltado a tornar o Brasil acess\u00edvel para todos. No caderno, h\u00e1 uma s\u00e9rie de recomenda\u00e7\u00f5es sobre como deve ser o mobili\u00e1rio urbano para que este seja acess\u00edvel, al\u00e9m de incentivar o reordenamento das cidades.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Para o Minist\u00e9rio das Cidades, \u201ca acessibilidade no ambiente urbano quer seja na escala da vizinhan\u00e7a ou bairro, quer seja na escala territorial da cidade, ser\u00e1 garantida se houver uma a\u00e7\u00e3o conjunta e complementar entre t\u00e9cnicos, pol\u00edticos e sociedade em geral. \u00c9 o primeiro passo para o entendimento de que a cidade \u00e9 um produto de todas estas for\u00e7as e seus interlocutores\u201d.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Para regulamentar espa\u00e7amentos e outros itens necess\u00e1rios, a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Normas T\u00e9cnicas (ABNT) por meio da NBR 9050:2004, estabelece crit\u00e9rios e par\u00e2metros t\u00e9cnicos a serem observados para projeto, constru\u00e7\u00e3o, instala\u00e7\u00e3o e adapta\u00e7\u00e3o de edifica\u00e7\u00f5es, mobili\u00e1rio, espa\u00e7os e equipamentos urbanos \u00e0s condi\u00e7\u00f5es de acessibilidade.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Quando os crit\u00e9rios n\u00e3o s\u00e3o seguidos, muitos problemas acabam sendo percebidos apenas por quem tem algum tipo de defici\u00eancia. Caroline Godoy de Mello e Silva \u00e9 fisioterapeuta especialista em neurologia e presidente da Associa\u00e7\u00e3o Paranaense de Reabilita\u00e7\u00e3o (APR). Para ela, muito foi feito nos \u00faltimos anos, mas ainda h\u00e1 o que se desenvolver. \u201cAs rampas nas cal\u00e7adas e nos elevadores est\u00e3o melhores, mas nenhuma cidade \u00e9 exemplar. \u00c0s vezes encontramos acessibilidade, s\u00f3 que sem manuten\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, as defici\u00eancias s\u00e3o muito variadas e umas acabam favorecidas, enquanto outras prejudicadas. A acessibilidade, na maioria das vezes, \u00e9 feita para cumprir a lei, apenas. \u00c9 preciso tamb\u00e9m avaliar as condi\u00e7\u00f5es do entorno. N\u00e3o adianta uma rampa se na frente ter\u00e1 um poste ou outro obst\u00e1culo\u201d, exp\u00f5e a fisioterapeuta.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No Brasil, 45 milh\u00f5es de pessoas t\u00eam algum tipo de defici\u00eancia Um bilh\u00e3o de pessoas&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[727],"tags":[1589],"class_list":["post-73170","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias","tag-veiculos","wpcat-727-id"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/verde-amarelo.net\/verdeamarelo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/73170","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/verde-amarelo.net\/verdeamarelo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/verde-amarelo.net\/verdeamarelo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/verde-amarelo.net\/verdeamarelo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/verde-amarelo.net\/verdeamarelo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=73170"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/verde-amarelo.net\/verdeamarelo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/73170\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/verde-amarelo.net\/verdeamarelo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=73170"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/verde-amarelo.net\/verdeamarelo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=73170"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/verde-amarelo.net\/verdeamarelo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=73170"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}