{"id":73764,"date":"2019-02-04T13:50:22","date_gmt":"2019-02-04T15:50:22","guid":{"rendered":"https:\/\/verde-amarelo.net\/verdeamarelo\/2019\/02\/industria-avanca-11-em-2018-mas-desacelera-em-relacao-ao-ano-anterior\/"},"modified":"2019-02-04T13:50:22","modified_gmt":"2019-02-04T15:50:22","slug":"industria-avanca-11-em-2018-mas-desacelera-em-relacao-ao-ano-anterior","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/verde-amarelo.net\/verdeamarelo\/2019\/02\/industria-avanca-11-em-2018-mas-desacelera-em-relacao-ao-ano-anterior\/","title":{"rendered":"Ind\u00fastria avan\u00e7a 1,1% em 2018, mas desacelera em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior"},"content":{"rendered":"<p>A produ\u00e7\u00e3o da <a href=\"https:\/\/www.magazinevoce.com.br\/magazineezu\/ferramentas\/l\/fs\/\">ind\u00fastria brasileira<\/a> avan\u00e7ou 1,1% em 2018, mas ficou abaixo do desempenho de 2017, quando cresceu 2,5%, informou o IBGE nesta sexta-feira (1\u00ba).<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Apesar da desacelerada, o resultado do ano passado foi o segundo consecutivo no azul, ap\u00f3s sucessivas quedas entre 2014 e 2016. As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Pesquisa Industrial Mensal.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<div class=\"infor-meio-da-noticia\" id=\"infor-482188140\"><a href=\"https:\/\/www.intermodal.com.br\/pt\/?utm_source=infodosportos%20expor\"><img decoding=\"async\" src=\"data:image\/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAAAAAP\/\/\/ywAAAAAAQABAAACAUwAOw==\" fifu-lazy=\"1\" fifu-data-sizes=\"auto\" fifu-data-srcset=\"https:\/\/i1.wp.com\/www.truckbrasil.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/industria-avanca-11-em-2018-mas-desacelera-em-relacao-ao-ano-anterior.gif?ssl=1&w=75&resize=75&ssl=1 75w, https:\/\/i1.wp.com\/www.truckbrasil.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/industria-avanca-11-em-2018-mas-desacelera-em-relacao-ao-ano-anterior.gif?ssl=1&w=100&resize=100&ssl=1 100w, https:\/\/i1.wp.com\/www.truckbrasil.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/industria-avanca-11-em-2018-mas-desacelera-em-relacao-ao-ano-anterior.gif?ssl=1&w=150&resize=150&ssl=1 150w, https:\/\/i1.wp.com\/www.truckbrasil.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/industria-avanca-11-em-2018-mas-desacelera-em-relacao-ao-ano-anterior.gif?ssl=1&w=240&resize=240&ssl=1 240w, https:\/\/i1.wp.com\/www.truckbrasil.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/industria-avanca-11-em-2018-mas-desacelera-em-relacao-ao-ano-anterior.gif?ssl=1&w=320&resize=320&ssl=1 320w, https:\/\/i1.wp.com\/www.truckbrasil.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/industria-avanca-11-em-2018-mas-desacelera-em-relacao-ao-ano-anterior.gif?ssl=1&w=500&resize=500&ssl=1 500w, https:\/\/i1.wp.com\/www.truckbrasil.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/industria-avanca-11-em-2018-mas-desacelera-em-relacao-ao-ano-anterior.gif?ssl=1&w=640&resize=640&ssl=1 640w, https:\/\/i1.wp.com\/www.truckbrasil.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/industria-avanca-11-em-2018-mas-desacelera-em-relacao-ao-ano-anterior.gif?ssl=1&w=800&resize=800&ssl=1 800w, https:\/\/i1.wp.com\/www.truckbrasil.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/industria-avanca-11-em-2018-mas-desacelera-em-relacao-ao-ano-anterior.gif?ssl=1&w=1024&resize=1024&ssl=1 1024w, https:\/\/i1.wp.com\/www.truckbrasil.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/industria-avanca-11-em-2018-mas-desacelera-em-relacao-ao-ano-anterior.gif?ssl=1&w=1280&resize=1280&ssl=1 1280w, https:\/\/i1.wp.com\/www.truckbrasil.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/industria-avanca-11-em-2018-mas-desacelera-em-relacao-ao-ano-anterior.gif?ssl=1&w=1600&resize=1600&ssl=1 1600w\" width=\"175\" height=\"85\" fifu-data-src=\"https:\/\/i1.wp.com\/www.truckbrasil.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/industria-avanca-11-em-2018-mas-desacelera-em-relacao-ao-ano-anterior.gif?ssl=1\" alt=\"\" title=\"banner_175x85\"\/><\/a><\/div>\n<p>Em dezembro, o setor cresceu 0,2% na compara\u00e7\u00e3o com o m\u00eas anterior, na dire\u00e7\u00e3o contr\u00e1ria da queda de 0,2% apontada por pesquisa da ag\u00eancia Reuters.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Na compara\u00e7\u00e3o com dezembro de 2017, a produ\u00e7\u00e3o recuou 3,6%, ante proje\u00e7\u00e3o de contra\u00e7\u00e3o de 4,2% da Reuters.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Andr\u00e9 Macedo, gerente da pesquisa, destaca que, apesar de fechar 2018 em alta, a ind\u00fastria perdeu ritmo no final do ano.\u00a0 \u201cAtividades como alimentos, metalurgia e bebidas, que mostraram comportamento positivo no in\u00edcio do ano, perderam intensidade ao longo dos meses\u201d, disse Macedo.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>No \u00faltimo trimestre, a produ\u00e7\u00e3o recuou 1,1% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2017, interrompendo altas que ocorriam desde o in\u00edcio de 2017. A perda de f\u00f4lego fica clara nas compara\u00e7\u00f5es trimestrais: a ind\u00fastria cresceu 2,8% nos tr\u00eas primeiros meses de 2018, 1,8% nos seguintes e 1,2% no terceiro trimestre, na mesma base de compara\u00e7\u00e3o.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Pesaram tamb\u00e9m para segurar o consumo e conter investimentos na ind\u00fastria as incertezas pol\u00edticas ao longo de um ano eleitoral, a deteriora\u00e7\u00e3o de rela\u00e7\u00f5es comerciais no cen\u00e1rio externo e o choque provocado pela paralisa\u00e7\u00e3o de caminhoneiros de maio, observa Marcelo Azevedo, economista da CNI (confedera\u00e7\u00e3o do setor).<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>\u201cNo in\u00edcio de 2018, havia uma expectativa a respeito das discuss\u00f5es sobre a reforma da Previd\u00eancia, que acabou sendo descartada em meados do ano. A paralisa\u00e7\u00e3o trouxe mais incerteza e custo em um momento em que j\u00e1 n\u00e3o v\u00edamos um c\u00e9u de brigadeiro\u201d, diz Azevedo.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Entre as categorias econ\u00f4micas, a que mais cresceu no ano foi a de bens de consumo dur\u00e1veis, com alta de 7,6%, impulsionada por autom\u00f3veis e eletrodom\u00e9sticos da linha marrom.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Bens de capital, uma medida de investimento, avan\u00e7aram no ano passado 7,4%, devido principalmente aos bens de capital para equipamentos de transporte e para constru\u00e7\u00e3o.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>\u201cO crescimento em bens de capital foi influenciado principalmente pelo aumento na produ\u00e7\u00e3o de caminh\u00f5es e materiais de constru\u00e7\u00e3o. J\u00e1 [a categoria de] bens de consumo dur\u00e1veis foi beneficiado pela expans\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o de televisores impulsionada pela Copa do Mundo\u201d, afirmou Macedo.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Por outro lado, bens de consumo semi e n\u00e3o dur\u00e1veis ca\u00edram 0,3%.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Entre as atividades pesquisadas, 13 das 26 apresentaram resultados positivos. A produ\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos automotores, reboques e carrocerias exerceu a maior influ\u00eancia positiva, com aumento de 12,6%. Depois vieram os ramos de metalurgia (+4%) e de celulose, papel e produtos de papel (+4,9%).<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>\u201cEmbora tenha perdido intensidade nos \u00faltimos meses do ano, o setor automobil\u00edstico, em 2018, foi especialmente favorecido pela maior demanda do mercado argentino\u201d, disse o gerente da pesquisa.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Por outro lado, quedas nos setores de alimentos (-5,1%), confec\u00e7\u00e3o de artigos do vestu\u00e1rio e acess\u00f3rios (-3,3%) e de couro, artigos para viagem e cal\u00e7ados (-2,3%) seguraram o resultado do ano.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>\u201cBoa parte do recuo no setor de alimentos se deve \u00e0 diminui\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00facar em prol do etanol, que tem sido mais vantajoso para as usinas\u201d, afirmou Macedo.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>PARA FRENTE<\/p>\n<p>A mais recente pesquisa Focus do Banco Central mostra que os economistas esperam em 2019 uma expans\u00e3o da ind\u00fastria de 3,04%, indo a 3% em 2020.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Dados da pesquisa \u00cdndice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em ingl\u00eas), da IHS Markit, divulgados nesta sexta apontam que a produ\u00e7\u00e3o e as vendas da <a href=\"https:\/\/www.magazinevoce.com.br\/magazineezu\/ferramentas\/l\/fs\/\">ind\u00fastria brasileira<\/a> foram fortes em janeiro, com contrata\u00e7\u00e3o de funcion\u00e1rios no setor e a confian\u00e7a atingindo m\u00e1xima recorde.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>O PMI da ind\u00fastria do Brasil subiu a 52,7 em janeiro, de 52,6 em dezembro, n\u00edvel mais elevado desde mar\u00e7o de 2017. Leitura acima de 50 indica expans\u00e3o.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>\u201cAs expectativas est\u00e3o melhores e a situa\u00e7\u00e3o de atividade j\u00e1 \u00e9 um pouco melhor. Justamente o que n\u00e3o se pode repetir \u00e9 a frustra\u00e7\u00e3o com o andamento das reformas. A da Previd\u00eancia \u00e9 importante porque ser\u00e1 a primeira e vai dar um bom sinal de qu\u00e3o ambiciosas as mudan\u00e7as ser\u00e3o e qu\u00e3o f\u00e1cil ou dif\u00edcil ser\u00e1 seu andamento no Congresso\u201d, diz Azevedo, da CNI.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>O economista ressalta que os consumidores ainda est\u00e3o na retranca, j\u00e1 que o n\u00edvel de desemprego segue alto \u2014fechou est\u00e1vel em 2018, atingindo 12,1 milh\u00f5es de pessoas, segundo o IBGE. \u201cS\u00f3 com essa queda aos poucos que vamos fazer a roda girar mais forte\u201d, afirma.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Fonte: Folha SP<\/p>\n<div class=\"infor-depois-do-conteudo\" id=\"infor-120965617\"><a href=\"mailto:comercial@informativodosportos.com.br\"><img decoding=\"async\" src=\"data:image\/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAAAAAP\/\/\/ywAAAAAAQABAAACAUwAOw==\" fifu-lazy=\"1\" fifu-data-sizes=\"auto\" 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