{"id":77135,"date":"2019-12-10T15:05:28","date_gmt":"2019-12-10T18:05:28","guid":{"rendered":"https:\/\/verde-amarelo.net\/verdeamarelo\/2019\/12\/cop-25-setor-ja-reflorestou-mais-de-200-mil-hectares-de-mata\/"},"modified":"2019-12-10T15:05:28","modified_gmt":"2019-12-10T18:05:28","slug":"cop-25-setor-ja-reflorestou-mais-de-200-mil-hectares-de-mata","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/verde-amarelo.net\/verdeamarelo\/2019\/12\/cop-25-setor-ja-reflorestou-mais-de-200-mil-hectares-de-mata\/","title":{"rendered":"COP 25: Setor j\u00e1 reflorestou mais de 200 mil hectares de mata"},"content":{"rendered":"<div><img decoding=\"async\" src=\"data:image\/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAAAAAP\/\/\/ywAAAAAAQABAAACAUwAOw==\" fifu-lazy=\"1\" fifu-data-sizes=\"auto\" fifu-data-srcset=\"https:\/\/i1.wp.com\/www.unica.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/DAN00071.jpg?ssl=1&w=75&resize=75&ssl=1 75w, https:\/\/i1.wp.com\/www.unica.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/DAN00071.jpg?ssl=1&w=100&resize=100&ssl=1 100w, https:\/\/i1.wp.com\/www.unica.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/DAN00071.jpg?ssl=1&w=150&resize=150&ssl=1 150w, https:\/\/i1.wp.com\/www.unica.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/DAN00071.jpg?ssl=1&w=240&resize=240&ssl=1 240w, https:\/\/i1.wp.com\/www.unica.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/DAN00071.jpg?ssl=1&w=320&resize=320&ssl=1 320w, https:\/\/i1.wp.com\/www.unica.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/DAN00071.jpg?ssl=1&w=500&resize=500&ssl=1 500w, https:\/\/i1.wp.com\/www.unica.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/DAN00071.jpg?ssl=1&w=640&resize=640&ssl=1 640w, https:\/\/i1.wp.com\/www.unica.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/DAN00071.jpg?ssl=1&w=800&resize=800&ssl=1 800w, https:\/\/i1.wp.com\/www.unica.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/DAN00071.jpg?ssl=1&w=1024&resize=1024&ssl=1 1024w, https:\/\/i1.wp.com\/www.unica.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/DAN00071.jpg?ssl=1&w=1280&resize=1280&ssl=1 1280w, https:\/\/i1.wp.com\/www.unica.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/DAN00071.jpg?ssl=1&w=1600&resize=1600&ssl=1 1600w\" fifu-data-src=\"https:\/\/i1.wp.com\/www.unica.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/DAN00071.jpg?ssl=1\" class=\"ff-og-image-inserted\"><\/div>\n<p>Em maior ou menor \u00e1rea, eles est\u00e3o presentes nas usinas. Em vasos e tubetes, milhares de mudas nativas s\u00e3o preparadas para serem inseridas na natureza em \u00e1reas de preserva\u00e7\u00e3o ou locais de reflorestamento. Assim, grandes extens\u00f5es ganham vida e o verde escuro das matas se fundem ao verde claro dos canaviais. Resultado de um trabalho di\u00e1rio de preserva\u00e7\u00e3o do meio ambiente. Nos \u00faltimos 12 anos, mais de 200 mil hectares foram reflorestados pelo setor sucroenerg\u00e9tico. Ao todo, mais de 40 milh\u00f5es de mudas de mata nativa foram plantadas.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>O plantio das \u00e1rvores tamb\u00e9m resultou na recupera\u00e7\u00e3o de mais de 8 mil nascentes. Muitas que des\u00e1guam em rios e lagoas respons\u00e1veis pelo abastecimento de \u00e1gua de v\u00e1rios munic\u00edpios. \u201cEstudos recentes indicam a que recomposi\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o nativa pode melhorar a produtividade da cana-de-a\u00e7\u00facar. Os insetos presentes na vegeta\u00e7\u00e3o recomposta atuam como instrumentos de controle biol\u00f3gico, contribuindo no manejo de pragas que atacam a cana-de-a\u00e7\u00facar. Esse \u00e9 s\u00f3 mais um exemplo de rela\u00e7\u00e3o de ganha-ganha na cadeia produtiva sucroenerg\u00e9tica\u201d, comenta a gerente de Sustentabilidade da Uni\u00e3o da Ind\u00fastria de Cana-de-A\u00e7\u00facar (UNICA), Renata Camargo.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p><strong>Corredores ecol\u00f3gicos<\/strong><\/p>\n<p>Em Novo Horizonte, interior de S\u00e3o Paulo, o reflorestamento e a preocupa\u00e7\u00e3o com a floresta nativa s\u00e3o tratados como prioridade na usina S\u00e3o Jos\u00e9 da Estiva. O grupo mant\u00e9m um viveiro que j\u00e1 chegou a contar com mais de 150 esp\u00e9cies nativas que, anualmente, produz mais de 40 mil unidades, entre ip\u00eas, emba\u00fabas, jatob\u00e1s e jacarand\u00e1s. A regi\u00e3o est\u00e1 na transi\u00e7\u00e3o do frescor da Mata Atl\u00e2ntica e a aridez do Cerrado.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Mas n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 a vegeta\u00e7\u00e3o que \u00e9 beneficiada pelo trabalho de preserva\u00e7\u00e3o e recomposi\u00e7\u00e3o desenvolvidos no local. Marcelo Adriano Pereira, supervisor de sistematiza\u00e7\u00e3o e topografia da usina, conta que o trabalho de reflorestamento tem possibilitado o retorno da fauna para a regi\u00e3o.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>\u201cFizemos por dois anos o monitoramento da fauna e tivemos algumas surpresas. Inclusive a on\u00e7a parda est\u00e1 tendo mais incid\u00eancia. Acreditamos que quando voc\u00ea retorna a natureza ao seu estado natural, os animais reconhecem esses lugares e acabam voltando. A on\u00e7a, por exemplo, \u00e9 um animal predador, vem procurar alimenta\u00e7\u00e3o e consegue achar\u201d, afirma Pereira.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>\u201cA gente sabe que o setor realmente se preocupa com a natureza. A gente tem o controle desde a hora que nasce a mudinha at\u00e9 o destino dela. Isso \u00e9 um ganho fora do normal. Al\u00e9m do benef\u00edcio para natureza, tem a satisfa\u00e7\u00e3o de plantar, aquela pontinha de amor pelo trabalho\u201d, orgulha-se Marcelo.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Para contribuir ainda mais com o retorno da fauna local, as usinas t\u00eam investido nos corredores ecol\u00f3gicos. Unir fragmentos de matas ajuda no deslocamento de animais, na dispers\u00e3o de sementes e no aumento da cobertura vegetal.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>\u201cChegamos a essa necessidade porque em algumas fazendas, \u00e1reas que foram desmatadas h\u00e1 muitos anos, e que hoje est\u00e1 na nossa administra\u00e7\u00e3o, existem alguns fragmentos de vegeta\u00e7\u00e3o nativa. E esses fragmentos a gente liga por meio de corredores ecol\u00f3gicos. Nada mais \u00e9 que uma faixa que a gente planta as \u00e1rvores nativas de novo, ligando a \u00e1rea de preserva\u00e7\u00e3o permanente (APP) de modo que os animais possam circular ali livremente sem precisar circular na cultura de cana\u201d, explica o supervisor.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p><strong>Educa\u00e7\u00e3o Ambiental<\/strong><\/p>\n<p>A menos de 100 quil\u00f4metros de dist\u00e2ncia de Novo Horizonte, a unidade de Potirendaba, da COFCO Internacional, tamb\u00e9m segue a mesma linha. Do viveiro, que hoje conta com mais de 80 esp\u00e9cies de Cerrado e Mata Atl\u00e2ntica, j\u00e1 sa\u00edram mais de um milh\u00e3o de mudas para reflorestamento de uma \u00e1rea de 600 hectares entre as unidades de Catanduva e Potirendaba.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Por l\u00e1, a sustentabilidade faz parte dos pilares da empresa, que faz quest\u00e3o de envolver todos os funcion\u00e1rios no processo. Uma vez a cada tr\u00eas meses, funcion\u00e1rios e familiares aproveitam o momento de integra\u00e7\u00e3o promovido pela empresa e plantam \u00e1rvores. S\u00e3o in\u00fameras as hist\u00f3rias de pessoas que se orgulham de terem feito parte desse processo.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>Um exemplo \u00e9 o analista de Planejamento de Controle de Manuten\u00e7\u00e3o Automotiva Thierry Laurindo de Almeida Prado que conta que no \u00faltimo evento ele, a noiva e os pais plantaram diversas \u00e1rvores na \u00e1rea de reflorestamento da COFCO. O analista tamb\u00e9m recebeu diversas mudas frut\u00edferas que plantou na ch\u00e1cara da fam\u00edlia.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>O funcion\u00e1rio emociona-se ao imaginar que, no futuro, seus herdeiros poder\u00e3o descansar debaixo de um p\u00e9 de jabuticaba, comer os frutos e respirar um ar melhor com essa atitude.<br \/>\u201cQuem n\u00e3o conhece pode at\u00e9 achar que \u00e9 pouco, mas o trabalho com reflorestamento \u00e9 muito grande, al\u00e9m de uma grande responsabilidade. Plantar \u00e1rvores melhora a qualidade de vida. Al\u00e9m de gerar um impacto muito positivo para o futuro. Na qualidade do ar, no clima. O plantio das \u00e1rvores tamb\u00e9m cria um passado em comum. E a gente pode contar a hist\u00f3ria daquela \u00e1rvore. Fica uma hist\u00f3ria do meu trabalho\u201d, comenta.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p>O analista ambiental da COFCO, Eduardo Furlan Bueno, conta que a popula\u00e7\u00e3o local \u00e9 de extrema import\u00e2ncia para o desenvolvimento dos projetos de sustentabilidade. Al\u00e9m dos funcion\u00e1rios da empresa, a comunidade tamb\u00e9m \u00e9 convidada a participar desse processo.<br \/>\u201cA gente conversa com a sociedade e chama para ajudar a gente. Tamb\u00e9m ajudamos fornecendo mudas para escolas que fazem parte do projeto. \u00c9 o que a gente busca, a sustentabilidade: produ\u00e7\u00e3o, meio ambiente e sociedade integrados\u201d, explica.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n<p><strong>Foco na sustentabilidade<\/strong><br \/>Essas a\u00e7\u00f5es refor\u00e7am o compromisso do setor sucroenerg\u00e9tico com o desenvolvimento sustent\u00e1vel. Nesta ter\u00e7a-feira (10), em Madri, durante evento da Companhia Ambiental de S\u00e3o Paulo (Cetesb) a UNICA formaliza a entrada no <a href=\"https:\/\/cetesb.sp.gov.br\/blog\/2019\/11\/29\/governo-de-sp-cria-acordo-para-reducao-de-emissao-de-gases-do-efeito-estufa-e-acoes-de-sustentabilidade\/\">Acordo de S\u00e3o Paulo<\/a>. Proposta do governo paulista que estimula o setor privado desenvolver trabalhos com foco na redu\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es de gases poluentes.<\/p>&nbsp;&nbsp;\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em maior ou menor \u00e1rea, eles est\u00e3o presentes nas usinas. 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